terça-feira, 29 de março de 2016

Brasil x Paraguai - Neymar saiu, e agora ?

Fala galera !

Hoje mais um jogo da amada seleção de Dunga (não), vem à campo sem nosso melhor jogador, o 10, que joga como 10, mas deveria jogar como 11 na ponta-esquerda, Neymar. Em compensação o Paraguai perde bastante sua força ofensiva, com o desfalque de David Luiz, colocando na balança, até que o resultado não é dos piores.

Em todo caso, Mestre Dunga, deve colocar Ricardo Oliveira como 9 de ofício no lugar do amarelado Neymar, e Gil, ex-corinthians, que está na China, faz dupla com Miranda. 
Fora isso, o time é o mesmo.

FICHA TÉCNICA
PARAGUAI: Villar, Piris (Paulo da Silva), Pablo Aguilar, Paulo da Silva (Gustavo Gómez) e Samúdio; Richard Ortiz, Néstor Ortigoza, Derlis Gonzalez e Edgar Benítez (Juan Iturbe); Dario Lezcano e Roque Santa Cruz. Técnico: Ramon Díaz
BRASIL: Alisson, Daniel Alves, Gil, Miranda e Filipe Luís; Luiz Gustavo; Fernandinho, Renato Augusto, Willian e Douglas Costa; Ricardo Oliveira. Técnico: Dunga

O Paraguai vem com seus Juan's e Pablo's com força máxima, inclusive com Iturbe, que se naturalizou paraguaio, mas era argentino até pouco tempo atrás. Roque Santa Cruz, centroavante que jogou no Bayern de Munique alguns anos atrás, ainda dá trabalho para as defesas adversárias.

O jogo não deve ser fácil, mesmo com o Paraguai não sendo um time tão forte quanto o Uruguai, por exemplo, porém o fator casa, vai auxiliar nessas condições. Acredito em um empate, ou uma vitória por um gol de diferença da seleção paraguaia.
Jogo vai ser na raça, estilo Dunga, tanto que ao invés de Jonas, que vive um dos melhores momentos da carreira, tem R. Oliveira. E Fernandinho, onde poderia ter Coutinho, um dos melhores brasileiros na Europa. Ambos, banco. Técnica < "Raça".

Jogo começa às 21h45, horário de São Paulo, e passa na Globo e ao vivo no Globoesporte.com.br também.

Fim de papo.


sábado, 26 de março de 2016

Brasil 2 x 2 Uruguai - David Luiz, ainda...

E ontem em um dos maiores clássicos da América, o Brasil abriu 2x0, e deixou o Uruguai chegar ! A seleção fez um primeiro tempo bom, com Neymar flutuante como um falso 9, lançando os pontas, e os meias que vinham de trás. E poderia ter deixado o seu também, mas deu azar com as finalizações.

Abaixo você confere os gols, e os melhores momentos.


No primeiro gol brasileiro, Douglas Costa foi feliz em acertar um chute no ar, depois de boa jogada individual de Willian pela ponta-direita. E no segundo gol, ainda na primeira etapa, Neymar acha Renato Augusto lá a esquerda da área de Muslera, que cortar o arqueiro, e faz um bonito gol.
No primeiro tempo, vimos um jogo. No segundo, começou a falhar.

Nos gols uruguaios, David Luiz consegue falhar nos dois.
No primeiro, acompanha a bola, e não o atacante, e acaba deixando Cavani chutar.
No segundo, não consegue cortar o chute de Suárez, que já vinha sendo desenhado lá atrás. Fora a falta de segurança em todo o jogo, recuando mal, não conseguindo sair jogando, tentando ser lateral, zagueiro, e meia, e falhando miseravelmente nos três.
Acabou tomando o terceiro amarelo, e está fora do jogo de terça-feira contra o Paraguai, para o lugar dele, Felipe do Corinthians foi convocado. E no lugar de Neymar, também amarelado, Gabigol do Santos.

Na balança, o Brasil acabou sendo feliz de sair com o empate, pois o Uruguai acabou tendo mais algumas chances de virar o placar, mas não aconteceu.

Fim de papo.


terça-feira, 22 de março de 2016

Brasil x Uruguai & Brasil x Paraguai - ELIMINATÓRIAS

A seleção brasileira foi convocada para 2 jogos das eliminatórias, Uruguai, e Paraguai, abaixo você confere os convocados:




Dunga tem treinado com o 4-1-4-1, mesmo esquema de Tite. Utilizando os pontas Douglas Costa, do Bayern, e Willian, do Chelsea, Renato Augusto e Fernandinho como meias, e Luiz Gustavo na volância. No ataque o 10, Neymar, com a promessa de triangulações, e aproximação dos demais jogadores que compõe o meio-campo. Na defesa o de sempre, quarteto formado por Daniel, Miranda, David Luiz e Filipe Luís, e o gaúcho, Alisson, no gol. A disposição você confere abaixo:




Particularmente, acho que o talento de Neymar está sendo desperdiçado jogando de centroavante. Ricardo Oliveira, e Jonas, poderiam desempenhar muito melhor esta função. Claro que a condição que Neymar está sendo colocado, é diferente dos outros 2. Neymar não é 9, o que beneficia ele, é o drible, a visão para lançar os demais jogadores, e a finalização a curta e média distância. O corpo-a-corpo fica prejudicado, e não utiliza seus avanços agudos pela esquerda, como faz no Barcelona. Neymar pode dar certo nessa posição, já deu no Santos, mas jogaria melhor como ponta esquerda.
Pensando nisso, considero o melhor esquema o abaixo. 



Douglas Costa e Neymar, dois dos melhores pontas do mundo, são indispensáveis. Coutinho, um dos melhores 10 do planeta, ainda longe do seu auge, TEM, que estar no time. Renato é bom "operário", faz a ligação da defesa com o ataque bem, e tem jogado bem, talvez não seja a escolha ideal, mas hoje é bom o suficiente para estar na seleção. Alex Sandro talvez não seja melhor que Filipe, mas vive melhor momento, e ainda pode crescer mais. Gil joga enquanto Thiago Silva não é convocado, ou Marquinhos torne-se titular. E Diego Alves é melhor, e mais experiente que Alisson.


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Fim de Papo.

domingo, 20 de março de 2016

Torino 1 x 4 Juventus


Hoje pelo clássico de Turim, a Juventus meteu 4 na casa do rival Torino. Pogba, o Neymar do meio-campo, deu assistência magistral, e ainda fez gol de falta. 

O espanhol Morata, fez 2 gols e Khedira (7x1) fez o outro. Belloti descontou para os donos da casa.

Com esse resultado, a Juventus alcança chega aos 70 pontos,, 3 a mais do que o segundo colocado, Napoli, que venceu o Genoa em casa, por 3x1, faltando 8 rodadas para o final da competição.






sexta-feira, 18 de março de 2016

Nacional 1 x 0 Palmeiras - Estreando com o pé esquerdo.

Em Montevidéu, o Palmeiras veio com uma difícil missão. Ganhar do Nacional do Uruguai em sua casa, o mesmo Nacional que o derrotou na semana passada jogando no Allianz. À seu favor tem o melhor elenco do Brasil, mas sem onze inicial firmado, e um treinador, Cuca, que fazia sua estréia em panela fervendo. Cuca optou pelo 4-4-2, mesmo esquema adotado pelo técnico Gustavo Múnua com a seguinte disposição:



O Nacional que não tinha nada a ver com problemas do rival, veio pra cima do time brasileiro O time uruguaio marcava forte na saída de bola, e atacava em bloco, como manda o figurino. Sempre atacando com o quarteto Ramirez, Barcia, meias; e López e Fernández, atacantes. López, era o mais perigoso do Nacional. Finalizava com perigo, e deixava companheiros na cara do gol. Defensivamente segurava qualquer ataque do Palmeiras, dificultando que o time conseguisse fazer 3 passes em sequência, necessitando chutões para desafogar o setor defensivo.

Nem Gabriel e Arouca, reeditando dupla de sucesso do ano passado, conseguiam melhorar a saída de bola. Defendiam bem no centro, mas as laterais sofriam demais, principalmente Lucas pela direita, que não atacava, e não conseguia defender as subidas constantes de Espino.

O primeiro tempo do Palmeiras foi péssimo. Não chutou uma única vez a gol. A única "ameaça" veio aos 45, em uma jogada individual de Egídio que cruzou na área, e a bola foi desviada por cima do gol.

No intervalo, Cuca teve que mexer. Saíram Allione e Egidio, talvez os únicos que apareceram no primeiro tempo, e entraram Robinho e Gabriel Jesus.
Segundo tempo o 4-4-2 transformou-se em um 4-3-3 claro, com Zé Roberto recuando da meia, para a lateral.


Palmeiras começou melhor o segundo tempo, e logo aos 3, teve boa chance com Gabriel Jesus, que tentou encobrir o goleiro Conde, mas chutou um pouco mal. Mas foi só isso. Palmeiras tentava enfiar mais bolas nas pontas com Robinho e Gabriel, e não conseguia grandes coisas. Palmeiras abriu mais, pois precisava ganhar, e veio o castigo. Gol do Nacional. O perigoso López marcou, após jogada iniciada por ele mesmo. Achou Fernández que abriu a esquerda para Ramirez, e este achou Lopez quase na pequena área. Cabeçada fulminante no contrapé de Prass. Jogadores reclamaram de impedimento na jogada, mas Zé Roberto dava condições.

No desespero, Cuca promoveu a entrada de Barrios no lugar de Gabriel, mas nada adiantou. Quase piorou depois de uma recuada errada de Vitor Hugo.
Nacional apenas administrou o resultado, e encaminhou a classificação.

O Palmeiras agora vai precisar ganhar os próximos jogos, e rezar para uma combinação de jogos para classificar-se.

Fim de papo.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Corinthians 2 x 0 Cerro Porteño (PAR) - Incontestável

Corinthians foi ao gramado de seu estádio, Arena Corinthians ( ainda sem Naming Rights) em Itaquera, com a missão de vencer o Cerro Porteño do Paraguai, e encaminhar sua classificação as oitavas de final. Sem dois jogadores considerados titulares, Rodriguinho e André, expulsos no primeiro confronto no Paraguai, veio a campo com o destaque da Copinha, volante Maycon de 18 anos, e o atacante Luciano, que aos poucos recupera sua forma física.
O Cerro veio com um time parecido com o da semana passada, porém sem o autor de dois gols dos 3 da semana passada, Beltrán, no time titular.

Os times vieram assim:


O Corinthians veio no seu usual 4-1-4-1, e o Cerro Porteno tentou se comportar com um 4-1-3-2, mas que algumas vezes necessitava virar um 4-3-2-1, pois o time fazia seu máximo para suportar o ataque paulista, que vinha com seus 5 homens de meio campo, quase sempre. Logo, se defendeu como pôde.

Essa noite foi um dos jogos com o melhor futebol apresentado pelo time de Tite, desse ano. O meio-campo está longe de ditar o sucesso do campeão brasileiro, mas teve harmonia, principalmente com Guilherme, trabalhando muitos passes e lançamentos, e Giovanni, armando e driblando a todo momento.
Porém, ficamos com dois nomes principais do meio-campo o jogo de quarta, Maycon, o valente, e Lucca, o decisivo, esse segundo vou falar mais tarde. O jovem volante de 18 anos, Maycon, veio com sede de gol, marcou pressão, e toda hora tentava entrar, torcedores até esqueceram de Elias, e ainda finalizou as duas primeiras bolas do jogo. A segunda, mais perigosa, na trave esquerda, com passe de Luciano por cima dos zagueiros.




Corinthians veio pressionando a saída de bola, e empurrando o time paraguaio para dentro do gol. Cruzamento, lançamento, finalização, disputa de bola, e foi de uma dessas, que saiu o primeiro tento.

Fágner, um dos melhores em campo, cruzou, driblou, chutou, e passou com precisão todo o jogo, e em um destes, para Bruno Henrique que entrou na área em momento oportuno, puxou para linha de fundo, que dividindo com Valdez, conseguiu cruzar para Lucca, no lugar certo, marcar o primeiro.

Lucca fez o gol, deu lençol, quase fez gol de Puskas, e no segundo tempo, "fez" mais um. Em uma das jogadas, tentou cruzar para o meio da área procurando Luciano, mas quem encontrou a bola foi Mareco, zagueiro pela direita, que foi cabecear por cima do gol, e acertou o ângulo esquerdo da própria meta. Lucca errou vários passes ? Sim, acabou errando, mas em noite estrelada, até errando, dá certo.

A zaga corinthiana nem precisou trabalhar tanto, e o Cerro não conseguia jogar. Teve cerca de 30% de posse, contra os 70% do time brasileiro. Diaz tentava sambar pelo ataque, Jorge e Rodrigo Rojas, tentavam trocar passes no meio de campo, mas Bruno Henrique desarmava a todo momento. Cássio fez apenas uma defesa difícil no jogo todo, em chance já perto do final do jogo, pelo lado esquerdo do gol. E esse foi o resultado do jogo.

2 x 0. Incontestável. Melhor no ataque, melhor na defesa, e com mais passe trocados no pé.

Abaixo um exemplo do posicionamento do time brasileiro. Lucca puxa pra dentro, tem 3 opções de passe, e escolhe Giovanni, que avança e cruza para o meio da área, detalhe ao Maycon abrindo sozinho pela esquerda, e Uendel (marcado com o círculo) corre para o meio da área e tenta finalizar, não chegando a tempo.





Fim de papo.

terça-feira, 15 de março de 2016

River Plate 1 x 1 São Paulo - Falta muito São Paulo, falta muito.

Argentina. Buenos Aires. Monumental de Nuñez. Estádio lotado. Caldeirão.

Dois multicampeões continentais. Dois técnicos argentinos. Um time em formação, e o outro, campeão atual da Libertadores.

Com isso, o São Paulo, veio como zebra para a Argentina. Zerado no grupo da morte, e havia perdido por 3x1 para o São Bernardo pelo Paulista 2016 no fim de semana predecessor ao jogo.

A maioria dos espectadores e comentaristas esperava um placar de 3 x 0 para o time argentino, mas acabou num desfecho não tão emocionante, mas extremamente gratificante para o time brasileiro.






O time paulista veio postado no 4-2-3-1, e o time argentino num clássico 4-4-2. A pressão nas pontas com Mora e Mercado vindo de trás ofereceram as melhores oportunidades jogando em cima de um lateral ofensivo (Mena), e outro lateral improvisado de meia (Carlinhos). Nenhum deles fazia direito a cobertura, e o lado esquerdo do time paulista foi o mais atacado. Hudson fazia de tudo para ajudar os companheiros pela esquerda, e Thiago pela direita, com as constantes subidas de Driussi. Alario se posicionava bem, mas se a bola não chegasse, voltava pra buscar com Ponzio e Fernandez. No ataque, Ganso, o melhor em campo inclusive, tentava ditar o ritmo, criando as chances sempre com Calleri, e Centurion com lampejos de individualidade, tentavam fazer a diferença. 

Pressão desde o começo de ambos os lados, marcação, primeira falta com 15 segundos de jogo.
Esse foi o clima do jogo. 
Tecnicamente, o River estava acabando com o São Paulo de Denis, que fez 2 ou 3 defesas difíceis nos primeiros 20 minutos de jogo. Os laterais Mena e Bruno, sofriam muito com os pontas Driussi e Mora. Hudson toda hora precisava cobrir o lado esquerdo.
Até que a estrela de Ganso brilhou, sim, ele ainda tem esse brilho, acertou um chute de primeira em um sem pulo de esquerda, direto no gol argentino, depois de cobrança de falta executada por Carlinhos.

River sentiu o gol, parou de atacar tanto quanto antes, mas acabou contando com a sorte para empatar a partida.
Denis tentou afastar a bola em um escanteio argentino e infelizmente o soco dado na bola, bateu no companheiro de equipe, Thiago Mendes, e voltou no gol, sem chances de pega-la antes de morrer no fundo da rede.
1x1 faltando 15 minutos para o fim do primeiro tempo.
River voltou a atacar, mas nem perto do inicio do jogo. São Paulo tinha suas chances mais perigosas em bola parada, ou com Calleri tentando fazer chover na área adversária. Houve inclusive contestação de pênalti não marcado no finalzinho da primeira etapa neste mesmo Calleri, que gerou muita reclamação por parte dos são paulinos.
O time do São Paulo lembra muito a Seleção Brasileira na Copa de 2014. Time não consegue trocar 3 passes, e depende de bola parada ou lances isolados de Neymar, papel esse desempenhado pelo argentino Calleri, pra tentar ganhar seus ultimos jogos. O grande problema, é que ele não é Neymar. Perdeu diversas chances que poderiam ter dado a vitória ao time.

No segundo tempo, mais do mesmo. River apático, sem conseguir criar. São Paulo dependente das bolas paradas cobradas por Carlinhos, porém conseguindo segurar os avanços argentinos. Maicon e Lugano fizeram boa dupla de zaga, como meses não se via. E sobre o time como um tudo, muita raça, e briga por cada bola.
Jogo tornou-se fraco tecnicamente, trocado por muito mais raça de ambas as partes.  Muitos amarelos na segunda etapa, Ganso, Lugano, Maicon, entre outros. Isso mudou apenas nos 15 minutos finais de jogo, depois da entrada de D'Alessandro, ex-Inter, no time do River, e Michel Bastos no São Paulo.
Apesar disso, nenhuma mudança no placar.

Ainda falta muito para o São Paulo. Bauza tenta implementar seu estilo de jogo, e ainda falta bastante para o time ficar semelhante a grandeza do clube, porém, viu-se um São Paulo brigador que não se via-se desde a copa sulamericana, esta vencida pelo time paulista. E pudemos ver isso também pra encerrar o post. 

Fim de papo.